Local: Saerloon, Sembia, Faerûn
Data:11, 12 e 13, Ches, 1372 CV
Jogaram: Jorge, Allan, Ernandes e Felipe.
Após falarem com Astôcka, se recolheram no quarto maquinando formas de invadir aquela pequena base da qual tinham a localização. Antes de dormirem, receberam a informação de que Walder os tinha convidado para tomar o café da manhã no outro dia com ele.
Após acordarem foram à taberna Víbora negra, local de encontro. Lá conversaram com o velho Walder que deu a cada um as 30 Peças de ouro, e as 80 ao mago, para comprarem suprimentos e etc, o velho estava muito abalado sentindo falta da neta, embora seu espírito pragmático sembiano de pé no chão não tenha se perdido. O guerreiro pediu mais ajuda para invadirem a tal base, perguntou se Kandir poderia ir com ele, mas Walder temia por sua vida sem proteção nessa cidade cheia de tramas e maldades, em vez disso afirmou que iria contratar um clérigo para ficar com o grupo.
O clérigo era um druida que estava a procura da neta de uma amiga raptada e levada à Saerloon, mas ele não tinha informações além, passou um bom tempo procurando na cidade, mas nada... Travando contato com o grupo teve as informações que precisava. No outro dia foram em direção das casas abandonadas, mas não sem antes pararem em uma loja da Conclave de Thay da cidade para comprarem poções (duas curas leves, uma ficou com o guerreiro e outra com o ladino). Indo em direção à base, encontraram na frente de uma casa abandonada um humano, uma elfa, um halfling e uma carroça, após vê-los, o druida reconhece a elfa e o humano como os raptores da neta de sua amiga. Uma batalha desenrolou-se e o halfling afirmou que este era grupo que havia invadido a torre de Maldris, que escaparam mas que iriam morrer, deixando todos boquiabertos por saber essa informação. Sem muitas dificuldades o grupo matou os três vilões.
Após pilharem, guardarem os corpos na carroça e darem uma disfarçada no local, o ranger rastreou pra ver se encontrava mais pegadas no lugar, e viu que para dentro da casa onde o halfling estava na frente havia algumas pegadas mais, nas outras casas não. Entraram na casa, encontraram uma passagem secreta descendo pela chaminé, deixaram o mago de tocaia na casa e desceram os quatro com os braceletes que conseguiram na torre de Maldris e um com o halfling. Entrando, inventaram uma mentira que tinham uma mensagem importante, e dois garotos mandaram falar com o Sr. Orcum. Os garotos não duvidaram muito porque passaram pelo Halfling que sempre ficava escondido de tocaia e por usarem o bracelete.
Eles foram andando pela Dungeon, toparam com uns combatentes que caíram na lábia de Súlivan, passaram por algumas salas e desceram as escadas para o quarto de Orcum, estava escrito que não era permitido fogo depois daquele ponto e todos ficaram esperando na escada a confirmação do ladino, que foi olhando tudo furtivamente. Lá embaixo era uma sala grande e rodonda, viu no centro dela uma estátua grande de um homem com cara de louco, um quarto à esquerda com quatro camas bonitas e na outra porta, à direita da sala, algo que se parecia um laboratório, frequentado por gnomos, o ladino se enrolou e chamou um dos gnomos de Orcum, o pequeno se sentiu insultado, mas estava mais interessado em seu trabalho.
Seguindo por um corredor reto havia uma porta de cada lado, olhou pela fechadura o quarto de Orcum, mas ele não estava lá, invadiu o quarto de um clérigo de Shar ao ver que ele também não estava, lá conseguiu algumas peças de ouro, um pergaminho desconhecido e uma carta.
Súlivan saiu do quarto, desceu uma pequena escada, andando mais um pouco o corredor acabava em uma grande porta, lá entrando, era um templo pequeno, tinha cheiro de incenso, alguns bancos para umas 30 pessoas no máximo, havia duas estátuas nele, uma do lado extremo esquerdo da sala e outra do lado extremo direito, perto da porta de entrada, a obra era um morto vivo repugnante, logo então o ladino lembrou da história que o mago contou de Sammaster, o fundado dO Culto, que escolheu o caminho da "não-vida". Do lado de cada estátua, havia pequenas escadas que davam em uma parte elevada que tinha um altar para pregações. No teto havia uma pintura muito bonita em uma espécie de tapete de alguém adorando um dragão.
O grupo lá na escada, já preocupado com a demora, acertou que deveriam procurar o ladino.
No templo, atrás do altar havia duas portas, na da esquerda, olhando pela fechada, Súlivan viu um altar negro brilhante, nele uma garota presa e desacordada, um meio-orc no canto da sala observando tudo e um clérigo em transe recitando um ritual macabro, a sala tinha algumas sombras que se mexiam caoticamente em volta do clérigo e do altar. Enquanto o servo de Shar recitava as palavras carregadas de maldade, saía uma fumaça negra do corpo da menina, como se fosse sua força vital estivesse sendo puxada e ela sangrava por seus orifícios faciais, seu sangue evaporava e se misturava com essa fumaça que ia em direção a um pergaminho que levitava na frente do clérigo. E então, Súlivan, desesperado com a cena, arrombou a porta para interromper o ritual.
Carta do quarto do clérigo de Shar:
"Meu senhor, interceptamos um grupo que, por nossos contatos (muito difícil conseguir essa informação), comprava Chifres de unicórnio embebidos em lágrimas de Lammasu, condimento necessário para continuar o ciclo com Hartrizquizmordocke. Descobrimos por onde era seu caminho e tomei a iniciativa, sem pedir permissão, porque era a única chance. Conseguimos emboscá-los, era um grupo de cinco, matamos três deles e eles dois dos nossos, só vencemos porque os pegamos de surpresa.
Estou instigado com esse grupo, dos cinco, dois eram magos, um clérigo de Bane e dois guerreiros, bem provável que seja mais uma célula querendo o futuro, quem sabe. Não sei. Mando o ingrediente com meus votos para a APROXIMAÇÃO DO FUTURO!
Pés leves e fala mansa,
03, Ches, 1372 CV"
Imagens:
Em ordem, da esquerda pra direita: estátua de pedra de Sammaster na sala circular; estátua de Sammaster morto vivo no santuário; tapete ornado no teto do tempo.



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